A história dos robôs

Nas décadas de 1940 e 1950, um punhado de cientistas começou a discutir as possibilidades de criar um cérebro artificial com verdadeira “inteligência”.

A primeira geração de pesquisadores de Inteligência Artificial (AI) estava convencida de que era possível e seria uma realidade dentro de algumas décadas.

Herbert Simon escreveu em 1965: “As máquinas serão capazes, dentro de vinte anos, de fazer qualquer trabalho que um homem possa fazer”.

No entanto, em 1973, os governos dos EUA e do Reino Unido deixaram de financiar pesquisas de AI não direcionadas.

Embora a maioria de nós tenhamos a ideia de que os robôs são máquinas multi-talentosas capazes de fazer quase qualquer coisa, a maioria dos robôs não é multifuncional, mas tem um propósito altamente específico.

O robô ‘Dressman’ fabricado pela Siemens possui apenas uma função: camisas de engomar. Ele infla dentro da camisa úmida e força os vincos.

Numerosos robôs comerciais de serviço único foram produzidos, enquanto um robô de serviço humanoide abrangente permaneceu evasivo.

A Coreia do Sul resgatou essa tendência cem 2006 ao planeja um um robô de serviço para todas as famílias até 2020.

Eles se referem a esses robôs como URCs (companheiros de robótica omnipresentes) e prevê seu uso para entretenimento, educação, segurança doméstica e tarefas domésticas.

Um programa piloto de 2005 viu 64 robôs em rede distribuídos em 64 famílias coreanas e duas agências postais.

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