Cientistas resolvem mistério de assassinato de 33 mil anos

Técnicas forenses modernas foram aplicadas a um crânio fraturado antigo encontrado em uma caverna na Romênia.Descoberta por mineiros de fosfato na caverna de Cioclovina, na Transilvânia, durante o World Word II, o crânio, que apresenta duas grandes fraturas, permanece um tópico de debate há mais de 75 anos.

Como esse indivíduo morreu? Ele foi vítima de um desmoronamento ou foi assassinado? Os danos ao crânio poderiam ter sido causados ​​durante o processo de escavação?


Querendo chegar ao fundo desse mistério, a cientista forense Elena Kranioti e seus colegas decidiram aplicar modernas técnicas forenses ao crânio, como se fosse uma vítima recente de assassinato.

As tomografias revelaram rapidamente que não havia sinal de cicatrização ao redor das fraturas, o que significa que, se o dano fosse mantido enquanto o indivíduo ainda estivesse vivo, ele não sobreviveria aos ferimentos.Uma análise adicional também revelou que o dano foi mantido por volta da hora da morte, ao contrário de depois que ele morreu, descartando a possibilidade de que o crânio tivesse sido danificado depois que foi encontrado.

Ao simular golpes na cabeça usando crânios artificiais preenchidos com gelatina balística, os pesquisadores conseguiram determinar que o homem havia sido atingido na cabeça por uma arma contundente.

Isso sugeria fortemente que ele havia sido assassinado por outro ser humano.

“Esta é uma evidência sólida de violência interpessoal e morte violenta há mais de 30.000 anos entre os primeiros humanos modernos da Europa”, disse Kranioti.

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