O que é racismo reverso? E por que não existe?

Racismo reverso ou a discriminação reversa é um conceito que retrata uma forma de racismo anti-branco por parte de pessoas negras.

O conceito também foi usado para caracterizar várias expressões de hostilidade ou indiferença em relação a pessoas brancas por membros de grupos minoritários.


Há pouca ou nenhuma evidência empírica para apoiar a ideia de racismo reverso. As minorias étnicas e raciais geralmente não têm o poder de prejudicar os interesses dos brancos, que continuam sendo o grupo dominante.

Alegações de racismo reverso tendem a ignorar tais disparidades no exercício do poder e da autoridade, que os estudiosos afirmam constituir um componente essencial do racismo.

Apesar da falta de evidências, a crença no racismo reverso é generalizada. É comumente associado à oposição conservadora e tem sido usada globalmente, onde a supremacia branca foi diminuída, como na África do Sul pós-apartheid.

Alegações de racismo reverso, portanto, fazem parte de uma reação racial contra ganhos de não-brancos.

É possível ser preconceituoso contra os brancos, mas certamente não é racista.

O racismo carrega consigo centenas de anos de crueldade, abuso, discriminação, violência e subjugação de pessoas. A queixa de “racismo reverso” minimiza e invalida o sofrimento histórico destas pessoas.

2 Replies to “O que é racismo reverso? E por que não existe?

  1. Concordo!
    Temos uma dívida com eles de séculos…
    Nós os brancos somos os maus da história e não eles.
    Eu despertei sobre isso atraves de um simples comentários no Facebook de um menino negro de apenas 19 anos…
    Onde ele relatava que gostaria de ser branco e não se aceitava, sendo também discriminado por sua pele e o menino na sua inocencia disse a sua mae que gostaria de ser branco e a resposta dela foi a seguinte: Se vc fosse branco vc nao seria esse garoto maravilhoso q é

  2. Como branco não racista e anti-racista faço parte dessa “branquitude”, da nação branca, dos brancos, sou branco. Que é tão generalizada, culpada, que mesmo sabendo quem eu sou e como sou. Sou levado pela radicalidade, generalização, de alguns quererem por quererem, afirmar quem eu sou por ser branco e querer jogar a culpa em minhas costas brancas pelo rascismo de indivíduos que tem nomes. Está na hora de dar nomes e não generalizar. Porque quando se dar nomes, se extingue o crime de racismo, por ser crime e que não prescreve. Mas, quando se generaliza em apenas usar o nome: BRANCOS. Fica muito generalizado. Falar BRANCOS é muito fácil, difícil é dar nomes aos bois. O pior, é o não querer ter intendimento disso, porque a branquitude incomoda, nos os brancos atuais somos obrigados a sermos herdeiros da colonialidade. Eu não sou herdeiro de porra nenhuma! Porque vão me obrigar a ser herdeiro de uma situação que não faz parte de mim, mesmo por ser branco? E ainda querer afirmar defensiva? Falsa compaixão? Falsa indignação? Mínimo de si? Consciência aliviada? Fingir que não está se vendo nada? É, sou resistente sim, porque me querem impor, porque me querem impor uma herança que não me pertence porque sou branco. Manter hegemonia do poder branco? Não faço parte disso, não me imponha a isso, não faço parte disso. Até porque sou um esquerdista branco, pobre e que tenho em mim a justiça social como a salvadora de todos os males dessa sociedade que vivemos. Então porque sou obrigado a ser herdeiro do racismo por ser branco? Porque sou obrigado a ser culpado de um (story no insta mas ao que parece foi Joice Berth)? Não sou obrigado a ser o que não sou, por ser branco. Por isso a importância da observação da não generalização, porque não sou obrigado a herdar o que é ruim de ninguém, independente de etnia, de política partidária, de religião, futebol, sexualidade, de porra nenhuma por ser branco. Eu sou o que sou, e não sou obrigado a ser rotulado erroneamente por ser branco, porque quem sabe quem eu sou, sou eu e mais ninguém. Abaixo a generalização de rótulos! Rotular? É fácil. E quando se generaliza se torna mais fácil ainda. E tenho orgulho de ser branco, de ser o que sou, como sou, da minha etnia, como cada um cidadão deve ter orgulho da sua. E não generalizar nunca, porque radicalidade é a opressora maior.

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