O canibalismo está no nosso sangue

Acredite se quiser, cientistas descobriram indícios de canibalismo em nosso genoma, com traços de 500 mil anos. E o melhor, é que somos quase duas vezes mais aproveitáveis que um boi!

É possível retirar de um homem 60% da sua carne para comer, em bovinos esse índice cai para 35%.

Antes de tudo, é preciso deixar claro que existem vários tipos de canibalismo. Há o funerário, onde o corpo ou as cinzas da pessoa são comidas em nome de sua honra( prática ainda realizada por algumas tribos indígenas, como os ianomâmis), também classificado como endocanibalismo, por ocorrer entre membro de uma mesma classe ou grupo.

O exocanibalismo seria uma prática mais agressiva, onde os inimigos são devorados quando tornam-se prisioneiros de guerra. E, claro, há ainda o canibalismo por sobrevivência, onde uma pessoa come a outra para não morrer e ocorre somente em situações extremas.

Na idade média houve até quem receitasse remédios com sangue ou tecidos humanos. A origem do canibalismo, não importando a espécie sempre foi mais evolutiva do que para sobrevivência.

Era uma forma de seleção natural ou incitamento de fêmeas a reproduzir mais, até porque a energia gasta para matar e preparar um outro ser humano não era suprida pela carne que se conseguia aproveitar.

O fato é que foram encontrados sítios arqueológicos de ossos humanos, num ambiente semelhante ao de outros animais carnívoros.

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