Novos testes lançam dúvidas sobre o EmDrive ‘impossível’

Pesquisadores na Alemanha podem ter encontrado uma explicação para o impulso produzido pelo polêmico motor.

Apesar de ser rotulado como “impossível” pela maioria dos cientistas, o motor de propulsão eletromagnética da NASA tem atraído muito interesse nos últimos anos como um possível sucessor dos motores químicos tradicionalmente usados ​​em sondas espaciais e outras espaçonaves.

Desenvolvido pela primeira vez em 2001 pelo engenheiro aeroespacial Roger Shawyer, o EmDrive supostamente trabalha convertendo a energia elétrica em impulso sem a necessidade de propelente por meio de um processo que os cientistas argumentam que viola diretamente as leis da física.

Os resultados dos testes obtidos pelo próprio laboratório de propulsão avançada da Eagle, da NASA, provaram ser encorajadores, no entanto, o mecanismo exato responsável pela produção do empuxo provou-se ilusório.

Agora, porém, cientistas alemães que construíram e testaram seu próprio EmDrive em uma câmara de vácuo chegaram à conclusão de que esse impulso aparente é realmente ilusório.

Sua análise indicou que as leituras são provavelmente o resultado de “interação eletromagnética” entre o cabo de alimentação do dispositivo e o campo magnético da Terra.

Embora suas descobertas não excluam completamente o EmDrive como um sistema de propulsão viável, ele põe em dúvida se ele é realmente tão revolucionário quanto as pessoas vêm se manifestando.

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