Esclerose Múltipla – Sintomas e Tratamentos

O que é Esclerose Múltipla?

A esclerose múltipla é uma doença neurológica inflamatória crônica, de causa ainda desconhecida. Ela se manifesta no sistema nervoso central, é lenta, progressiva e se caracteriza por placas disseminadas de desmielinização e lesa a mielina, camada que recobre o nervo e liga o cérebro ao corpo.

O dano à mielina, que conduz os estímulos nervosos, impede a transmissão das mensagens entre o cérebro e o resto do corpo.

As Causas da Esclerose Múltipla

Ainda não foram descobertas as causas para o desenvolvimento da esclerose múltipla, entretanto estuda-seque por motivos genéticos ou ambientais, o sistema imunológico começa a atacar a bainha de mielina que recobre os neurônios e, desta forma, comprometendo a função do sistema nervoso.

Outros fatores podem ser causas do tipo anomalias imunológicas ou infecção produzida por um vírus latente. Observando casos familiares, a suscetibilidade genética e as mulheres são um pouco mais afetadas do que os homens.

Os Sintomas da Esclerose Múltipla

Os sintomas mais comuns são vertigem,fraqueza muscular, rigidez articular, dores articulares e falta de coordenação motora. O doente sente dificuldade para realizar movimentos com os dos braços e pernas, perde o equilíbrio quando fica em pé, sente dificuldade para andar, tremores e formigamentos em determinadas partes do corpo.

Em alguns casos, a doença causa incontinência ou retenção urinária, impotência sexual, insuficiência respiratória, perda de audição, alterações visuais, distúrbios da linguagem e depressão. A evolução é imprevisível e varia de pessoa para pessoa.

Como é Feito o Diagnóstico para Detectar a Esclerose Múltipla

O diagnóstico pode ser detectado por ressonância magnética, líquido cefalorraquidiano, potenciais evocados e outros, e assim chegará ao diagnóstico definitivo, sem precisar do exame anatomopatológico.

Tratamento contra a Esclerose Múltipla

Quanto ao tratamento, além dos cuidados gerais, recomenda-se fisioterapia, psicoterapia e hidroterapia. No entanto, o tratamento deve ter dois objetivos principais como, abreviar a fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro.

Para isso, os medicamentos são úteis para reduzir a intensidade dos surtos e o uso dos imunossupressores e imunomoduladores que ajudam a adiar as crises.

Os médicos recomendam que o paciente pratique exercícios físicos, tenham sessões de fisioterapia, pois a coordenação motora auxilia na contração dos músculos ainda preservados. Quando houver crises agudas da doença, é aconselhável que o paciente permaneça em repouso.

Ao sentir o aparecimento de um ou alguns dos sintomas descritos acima, o mais correto a fazer é procurar a ajuda de um especialista que possa ajudar a diagnosticar a doença de forma precisa e ainda indicar um tratamento eficaz, eliminando maiores riscos da doença.

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